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Imagem comercial hoteleira

Quanto custa um tour 360/3D de hotel (e quando compensa)

Faz parte da guia Guia do tour virtual 360 e modelo 3D para hotéis

Não há um preço único. O custo depende do formato, do tamanho do hotel e do detalhe. Aqui vai como pensar isto em comercial — sem comprar “3D” por moda.

26 de agosto de 2026 · 7 min de leitura · Achy Loukili · Consultor de imagem comercial para hotéis

Também disponível em Español · English · Français

“Quanto custa um tour 360 ou um 3D?” é a pergunta que chega depois de uma demo bonita. A resposta útil não é um número mágico: é saber o que está a comprar, para quem e que problema comercial resolve.

Este artigo não substitui um orçamento. Serve para não assinar “3D” por moda, nem rejeitá-lo por medo do preço sem ter feito as contas.

Não há um preço único (e desconfie de quem o vende assim)

O custo move-se com:

  • Formato: tour 360 fotográfico vs modelo 3D vs híbrido.
  • Alcance: 4 zonas-chave vs hotel inteiro (quartos, F&B, MICE, exterior).
  • Detalhe: “percebe-se o produto” vs gémeo quase arquitetónico.
  • Ponto de partida: plantas e fotos boas vs captura do zero.
  • Uso: só site vs também comercial B2B e hotspots para a galeria oficial.
  • Manutenção: uma reforma ou uma mudança de tipologias obriga a atualizar.

360 vs 3D: como se costuma pagar

Tour 360

Costuma ser mais acessível e mais rápido: captura de cenas, percurso, por vezes planta. Encaixa quando quer que o cliente “esteja dentro” de um quarto, spa ou salão. O teto de preço sobe se pedir muitas estadias ou um 360 de todo o resort.

Modelo 3D

Costuma custar mais porque há modelação, critério do que se simplifica e — se valer a pena — ligação a fotos reais (hotspots). Encaixa quando o produto é difícil de explicar com 8 fotos: tipologias, percurso, MICE, volume do edifício.

No SeeSuites o Tour Visual 3D é opcional e contrata-se à parte: o núcleo da plataforma é o catálogo e a distribuição a agências. O 3D não é um requisito para usar o resto.

Quando costuma compensar

  1. O catálogo fotográfico já está claro (capa, tipologias, pack agências).
  2. Comercial ou parceiros perdem tempo “a explicar o hotel” por telefone ou PDF.
  3. Há upselling real (superior, suite, salões) que a foto fixa não justifica.
  4. O hotel é complexo: vários blocos, resort, MICE, ou um reposicionamento recente.
  5. Vai usá-lo de verdade: site, reuniões com agências ou onboarding de DMC — não só “para ter”.

Quando não (ainda)

  • A ficha do Booking perde o clique frente a três concorrentes.
  • Standard e superior parecem iguais.
  • O material para agências continua a ser um ZIP diferente todos os meses.
  • Não há orçamento para manter o tour depois de uma reforma.

Nesses casos, o euro rende mais em foto, ordem da galeria e distribuição. O tour pode esperar.

Como pedir um orçamento comparável

  • Lista de zonas incluídas / excluídas.
  • 360, 3D ou ambos?
  • Liga-se à galeria oficial (hotspots)?
  • Prazo de entrega e rondas de revisão.
  • O que acontece se mudar uma tipologia ou se reformar um espaço.
  • Onde se publica (site, demo comercial, parceiros) e quem atualiza.

Com isto consegue comparar propostas. Sem brief, o “barato” e o “caro” não medem a mesma coisa.

Perguntas frequentes

Quanto custa um tour virtual 360 de um hotel?

Varia muito com metros, número de espaços e se é 360 fotográfico ou um modelo 3D. Um 360 de zonas-chave num hotel pequeno/médio costuma ficar abaixo de um modelo 3D completo do edifício. Peça sempre brief por zonas, não um “preço por hotel” genérico.

Um modelo 3D é mais caro do que um tour 360?

Quase sempre sim: há modelação, revisão de tipologias e, se for bem feito, ligação à galeria (hotspots). O 360 captura-se mais depressa; o 3D explica melhor o volume e o percurso. Não compare o preço sem comparar para que o vai usar.

Quando é que 360/3D não compensa?

Quando a capa do Booking, as tipologias ou o pack para agências ainda falham. Aí o dinheiro rende mais a reordenar fotos ou a fazer uma sessão pontual. O tour amplia o que já tem: se o catálogo é fraco, o 3D não o corrige.

Quer ver se o Tour Visual encaixa — ou se ainda não é a hora?

Numa demo mostramos o núcleo do SeeSuites (catálogo + distribuição) e, se fizer sentido comercial, o Tour Visual 3D opcional. Sem pressão para comprar 3D se a prioridade for outra.

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